HOJE, 28/05, às 18h00min – #live ArqCoop + @leticiamianniarquitetura
Transmissão ao vivo para conversar sobre as condições de quem mora na periferia durante a pandemia do coronavírus.
Leticia Mianni é Arquiteta e Urbanista formada na USJT, pós graduanda MBA em gestão de projetos. Produtora de pesquisas e artigos nas áreas de habitação de interesse social, em urbanismo e regularização fundiária. Trabalha como arquiteta no poder público propriamente com habitação. Defensora árdua da causa Moradia digna para todos.
quinta-feira, 28 de maio de 2020
quarta-feira, 6 de maio de 2020
LAB Itaim promove ação para doar cestas básicas aos moradores do Itaim Paulista
A expansão do COVID 19 no Brasil está afetando as áreas mais pobres onde as condições de vida são precárias. Uma delas é região do Itaim Paulista, que fica no extremo leste da capital São Paulo.
O LAB Itaim Paulista, um projeto de Extensão Universitária interdisciplinar do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas, que também conta com a participação de professores e alunos do mestrado em Engenharia Civil e da graduação em Arquitetura e Urbanismo, está promovendo uma campanha de financiamento colaborativo para a compra de cestas básicas que serão doadas aos moradores mais vulneráveis da localidade.
Solicitamos aos parceiros do LAB e demais interessados que colaborem com nossa campanha virtual doando qualquer quantia para levar adiante esta importante ação emergencial, uma colaboração do LAB na iniciativa liderada pela Subprefeitura do Itaim Paulista, Cesta Básica do Bem.
Para participar, acesse este LINK.
O LAB Itaim Paulista agradece.
terça-feira, 31 de março de 2020
Deu pra entender ou quer que eu desenhe?
No final de 2019, Fabio Sgroi, membro do LAB Itaim Paulista, defendeu a Dissertação de Mestrado intitulada Deu pra entender ou quer que eu desenhe? A pedagogia pela imagem como uma abordagem socioambiental da cidade. A pesquisa, que contou com a orientação da Profa. Dra. Ana Paula Koury, concebeu uma estratégia pedagógica que oportuniza a adaptação dos currículos escolares da Educação Básica aos princípios da Educação Ambiental. As duas perguntas que o trabalho buscou responder foram: 1) A combinação de saídas ao ar livre para estudos associados à produção artística de desenhos proporciona uma conexão mais efetiva entre os alunos e o meio ambiente da localidade? 2) Tal combinação estimula os estudantes a participarem na construção coletiva de uma ideia de cidade capaz de vincular a comunidade, o espaço público e os recursos naturais?
O vídeo a seguir apresenta, de maneira sucinta, a aplicação da estratégia resultante da pesquisa. A tática desenvolvida foi batizada de Estratégia IPG – Estratégia Pedagógica de Ilustração para o Planejamento e a Gestão da Cidade.
Além da atividade prática, a Estratégia IPG também contempla um material ilustrado para apoio pedagógico às aulas produzido e ilustrado pelo próprio pesquisador, que é ilustrador profissional com vasta experiência no mercado editorial e autor de diversos livros didáticos. Tal material consiste em folhas avulsas – batizadas de Folha de Cultura Ambiental (FCA) – contendo situações de humor para serem debatidas em sala de aula. O material desenvolvido atende à Lei Municipal no 16.817/2018, que adota a Agenda 2030 e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) como diretriz de políticas públicas na cidade de São Paulo.
Sendo assim, cada FCA indica com quais dos 17 ODS a situação apresentada se relaciona. Veja a seguir uma das FCA, a primeira, que apresenta uma narrativa gráfica que relaciona cenas cotidianas dentro de uma visão sistêmica dos 17 ODS.
O vídeo a seguir apresenta, de maneira sucinta, a aplicação da estratégia resultante da pesquisa. A tática desenvolvida foi batizada de Estratégia IPG – Estratégia Pedagógica de Ilustração para o Planejamento e a Gestão da Cidade.
Além da atividade prática, a Estratégia IPG também contempla um material ilustrado para apoio pedagógico às aulas produzido e ilustrado pelo próprio pesquisador, que é ilustrador profissional com vasta experiência no mercado editorial e autor de diversos livros didáticos. Tal material consiste em folhas avulsas – batizadas de Folha de Cultura Ambiental (FCA) – contendo situações de humor para serem debatidas em sala de aula. O material desenvolvido atende à Lei Municipal no 16.817/2018, que adota a Agenda 2030 e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) como diretriz de políticas públicas na cidade de São Paulo.
Sendo assim, cada FCA indica com quais dos 17 ODS a situação apresentada se relaciona. Veja a seguir uma das FCA, a primeira, que apresenta uma narrativa gráfica que relaciona cenas cotidianas dentro de uma visão sistêmica dos 17 ODS.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
LAB ganha sala na Subprefeitura do Itaim Paulista
A partir de agora, o LAB Itaim Paulista possui um espaço exclusivo dentro do prédio sede da Subprefeitura do Itaim Paulista. Para oficializar essa nova etapa, os alunos da Universidade São Judas e a coordenadora do LAB Itaim Paulista, professora Dra. Ana Paula Koury, receberam as boas vindas do subprefeito, Gilmar Souza Santos, e equipe de gabinete, na última quinta-feira, dia 08 de agosto.
Com objetivo de estreitar relação com o território e fortalecer o vínculo entre a Universidade São Judas Tadeu, Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Hamburgo (Alemanha), Klimapolis Brasil-Alemanha e a comunidade da nossa região, os integrantes do projeto passam a ter uma rotina diária e foco na entrega de resultados.
Por meio de projetos e ações feitas por professores mestres, alunos de graduação e pós-graduação, MBA e profissionais de diversas áreas, a sala Lab Itaim Paulista torna-se mais um passo de integração com o poder público voltado para resolver os mais variados desafios relacionados à qualidade de vida da nossa região, da nossa cidade.
Com objetivo de estreitar relação com o território e fortalecer o vínculo entre a Universidade São Judas Tadeu, Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Hamburgo (Alemanha), Klimapolis Brasil-Alemanha e a comunidade da nossa região, os integrantes do projeto passam a ter uma rotina diária e foco na entrega de resultados.
Por meio de projetos e ações feitas por professores mestres, alunos de graduação e pós-graduação, MBA e profissionais de diversas áreas, a sala Lab Itaim Paulista torna-se mais um passo de integração com o poder público voltado para resolver os mais variados desafios relacionados à qualidade de vida da nossa região, da nossa cidade.
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Praça da Mãe Preta: Um olhar do público para o espaço
No último sábado, dia 3 de agosto, o LAB Itaim Paulista realizou a atividade Praça da Mãe Preta: Um olhar do público para o espaço. O evento foi realizado na EMEF Dama Entre Rios Verdes, no Parque Santa Rita, Itaim Paulista. O objetivo da atividade foi o de reunir moradores e frequentadores da Praça da Mãe Preta, que fica ao lado da escola, a fim de indagar e documentar suas percepções da praça e assim obter critérios para desenvolver um projeto participativo de transformação local.
O evento nada mais é do que a parte inicial de elaboração das diretrizes para a intervenção urbana a ser implementada na praça e que pode servir de modelo para futuras práticas participativas na transformação das regiões periféricas do município de São Paulo, foco dos trabalhos do LAB.
Documentar e sintetizar percepções, no entanto, vai além da simples coleta de dados porque se trata de compreender e registrar sentidos, impressões individuais e subjetivas das pessoas. Sendo assim, o pessoal do LAB – sob orientação da Profa. Dra. Ana Paula Koury – optou por sistematizar a sondagem com a seguinte estrutura: primeiro foi realizada uma roda de conversa com os moradores dentro da escola, onde todos puderam se apresentar e compartilhar algumas de suas memórias, experiências e afetividades relacionadas à Praça da Mãe Preta.
Em seguida os participantes foram convidados a fazer um passeio monitorado à praça, no qual procurou-se observar as condições do lugar, suas características, seu entorno, seus problemas e também a pensar em potenciais intervenções que possam trazer melhorias na qualidade de vida de seus frequentadores. Estar na praça foi muito importante para produzir ideias e planos a seu respeito pois isto permitiu visualizar melhor as concepções no plano concreto.
De volta à escola, e após saborear um delicioso lanche, os participantes foram organizados em duas salas de aula para produzir individualmente um registro gráfico de suas percepções do passeio. Neste momento os monitores orientaram o público a relacionar suas experiências cotidianas com o espaço público da praça e a registrar, em forma de texto, poesia ou desenhos, as possibilidades de transformação que haviam enxergado durante a saída. Esta produção também permitiu que os participantes relacionassem demandas já existentes às novas percepções, de modo a articulá-las em um registro mais consistente. Depois de pronto, o material gráfico produzido foi sistematizado em um livro coletivo organizado e montado pelos monitores.
Este livro coletivo – apelidado pelos próprios participantes de Livro dos Sonhos – reúne de maneira sintética a percepção que o público tem do espaço da Praça da Mãe Preta e suas expectativas de transformação.
O encontro foi finalizado com a visita do Subprefeito do Itaim Paulista, Gilmar Souza Santos, que recebeu o Livro dos Sonhos e conversou com os participantes sobre os problemas e possíveis soluções tratadas durante o evento. Santos reafirmou seu compromisso de implementar melhorias na Praça da Mãe Preta.
O material recolhido e compilado no Livro dos Sonhos é muito importante porque constitui uma espécie de “mapa” para a elaboração de diretrizes que irão orientar a intervenção urbana na praça tanto por parte da Subprefeitura como pelos membros do LAB em suas pesquisas e trabalhos acadêmicos.
O evento nada mais é do que a parte inicial de elaboração das diretrizes para a intervenção urbana a ser implementada na praça e que pode servir de modelo para futuras práticas participativas na transformação das regiões periféricas do município de São Paulo, foco dos trabalhos do LAB.
Documentar e sintetizar percepções, no entanto, vai além da simples coleta de dados porque se trata de compreender e registrar sentidos, impressões individuais e subjetivas das pessoas. Sendo assim, o pessoal do LAB – sob orientação da Profa. Dra. Ana Paula Koury – optou por sistematizar a sondagem com a seguinte estrutura: primeiro foi realizada uma roda de conversa com os moradores dentro da escola, onde todos puderam se apresentar e compartilhar algumas de suas memórias, experiências e afetividades relacionadas à Praça da Mãe Preta.
Em seguida os participantes foram convidados a fazer um passeio monitorado à praça, no qual procurou-se observar as condições do lugar, suas características, seu entorno, seus problemas e também a pensar em potenciais intervenções que possam trazer melhorias na qualidade de vida de seus frequentadores. Estar na praça foi muito importante para produzir ideias e planos a seu respeito pois isto permitiu visualizar melhor as concepções no plano concreto.
De volta à escola, e após saborear um delicioso lanche, os participantes foram organizados em duas salas de aula para produzir individualmente um registro gráfico de suas percepções do passeio. Neste momento os monitores orientaram o público a relacionar suas experiências cotidianas com o espaço público da praça e a registrar, em forma de texto, poesia ou desenhos, as possibilidades de transformação que haviam enxergado durante a saída. Esta produção também permitiu que os participantes relacionassem demandas já existentes às novas percepções, de modo a articulá-las em um registro mais consistente. Depois de pronto, o material gráfico produzido foi sistematizado em um livro coletivo organizado e montado pelos monitores.
Este livro coletivo – apelidado pelos próprios participantes de Livro dos Sonhos – reúne de maneira sintética a percepção que o público tem do espaço da Praça da Mãe Preta e suas expectativas de transformação.
O encontro foi finalizado com a visita do Subprefeito do Itaim Paulista, Gilmar Souza Santos, que recebeu o Livro dos Sonhos e conversou com os participantes sobre os problemas e possíveis soluções tratadas durante o evento. Santos reafirmou seu compromisso de implementar melhorias na Praça da Mãe Preta.
O material recolhido e compilado no Livro dos Sonhos é muito importante porque constitui uma espécie de “mapa” para a elaboração de diretrizes que irão orientar a intervenção urbana na praça tanto por parte da Subprefeitura como pelos membros do LAB em suas pesquisas e trabalhos acadêmicos.
Inspirado nas experiências contemporâneas de desenho urbano que visam expandir a participação das pessoas na forma como se cria o espaço urbano, e partindo do princípio que a cidade se realiza plenamente quando em conexão direta com suas comunidades, este exercício possibilitou mediar e adequar a transformação do espaço público de acordo com as necessidades de seus habitantes.
Mas isto foi apenas o início de um processo que, tal como desejam os integrantes do LAB, seja permanente e progressivo, de modo a tornar-se um autêntico exemplo de construção coletiva de áreas periféricas.
A fase seguinte engloba a análise das percepções e registros contidos no livro, que dará início a proposição de diretrizes e debates públicos sobre estratégias e possibilidades para intervenção na praça.
segunda-feira, 1 de julho de 2019
LAB Itaim Paulista no ar!
Em 28 de Junho o pessoal do Lab Itaim Paulista foi à Subprefeitura apresentar um plano de atuação para o segundo semestre de 2019. Esse plano envolve o apoio às iniciativas em andamento propostas pela EMEF Dama Entre Rios Verdes. O LAB vai participar da construção de um canal de diálogo com a comunidade sobre os problemas do lixo e possibilidades de melhoria da Praça Mãe Preta e da área da margem do Córrego Água Vermelha onde atualmente ocorre o descarte ilegal de lixo. A ação envolverá estudantes e professores da Universidade São Judas das áreas de arquitetura e engenharia.
Após a reunião na subprefeitura, os membros do LAB seguiram para a EMEF Dama Entre Rios Verdes, para dar início à organização de um workshop sobre o problema da poluição do ar. Esse workshop é uma ação do projeto Klimopolis, uma rede de pesquisa que, nessa ação, inclui a Universidade São Judas Tadeu (USJT) e a Universidade de São Paulo (USP) por meio da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Essa ação envolve um conjunto de palestras e debates com profissionais, poder público e comunidade local e também uma oficina para os alunos.
Após a reunião na subprefeitura, os membros do LAB seguiram para a EMEF Dama Entre Rios Verdes, para dar início à organização de um workshop sobre o problema da poluição do ar. Esse workshop é uma ação do projeto Klimopolis, uma rede de pesquisa que, nessa ação, inclui a Universidade São Judas Tadeu (USJT) e a Universidade de São Paulo (USP) por meio da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Essa ação envolve um conjunto de palestras e debates com profissionais, poder público e comunidade local e também uma oficina para os alunos.
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